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IF Farroupilha quer levar plataforma para outros países

A plataforma de cursos MOOC do Instituto Federal Farroupilha – criada com o software TIM Tec – ainda não foi lançada, mas já existem grandes planos para sua utilização. Quem está à frente da implementação da ferramenta é a Diretoria de Educação a Distância (DEAD) da instituição com sede em Santa Maria-RS, principalmente o técnico em TI André Lucas Paz Dias, a diretora de Educação a Distância, Carla Costa, e o coordenador-geral da Rede e-Tec Brasil, André Hellvig.

A equipe conheceu a plataforma na formação de TIM Tec que foi realizada em Brasília-DF em 2015 para gestores e técnicos de instituições da Rede e-Tec Brasil. A partir daí, André Dias começou a buscar mais informações sobre a ferramenta, especialmente por ser em uma linguagem que lhe interessava (TIM Tec foi desenvolvida em Phyton com framework Django), e começou a realizar a instalação. André Hellvig ficou responsável pelos processos pedagógicos da plataforma.

O próximo passo foi apresentá-la ao Conselho de Dirigentes do IF Farroupilha, mostrando suas vantagens e funcionamento. Uma das sugestões da equipe da DEAD foi que a plataforma fosse utilizada para cumprir um requisito dos Institutos Federais de que 20% da carga horária de cada curso de graduação seja ofertada online. Com a aprovação da instituição para implementar a ferramenta, eles aguardam apenas uma autorização para liberar o cadastro para professores e alunos.

Além da ideia de utilizar os cursos como parte da carga horária da graduação, a equipe pretende expandir o uso da plataforma por meio da inscrição em um edital para projetos internacionais. Como o IF Farroupilha possui convênio com algumas universidades estrangeiras, eles querem convidar instituições para produzir cursos MOOC para a plataforma com legendas em outros idiomas, para que possam ser acessados por alunos de diversos países. André Dias gostaria de produzir e disponibilizar um dos primeiros cursos, sobre Arduino.

Para o técnico em TI, o MOOC é uma revolução. “Numa sala presencial você vai ter alunos que não estão prestando atenção, que estão no Facebook, que respondem em cima da hora. Muito diferente da abordagem dos cursos massivos. A quantidade de pessoas que acessam pode aumentar a qualidade, porque todos são obrigados a ler livros, fazer exercícios para continuar, são induzidos a aprender de uma forma que a gente não vê nos ambientes tradicionais. É o futuro.”

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